| Estudos (ano) |
Amostra |
Métodos |
Principais resultados |
| Araujo Neto SA et al. 2
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60 pacientes |
Tomografia computadorizada |
Em 90% dos casos não havia variação do TC, 8,3% dos pacientes apresentaram o tronco hepatoesplênico e 1,7% apresentaram o tronco hepatogástrico. |
| Clement MI et al. 6
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43 cadáveres adultos e 596 exames |
Dissecação e exames angiográficos |
Os resultados foram divididos em TC tipo I (completo) em 90,5% da amostra e TC tipo II (incompleto) em 9,5% da amostra. No tipo I, o tronco estava bifurcado, trifurcado ou quadrifurcado, nesse último, com ramo acessório. As do tipo incompleto apresentaram divisões hepatoesplênicos ou gastroesplênicos. |
| Fahmy D Sadek H 9
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Única |
Tomografia computadorizada |
Ausência do TC. As artérias gástricas, esplênica, hepática e mesentérica, surgiram independentemente da aorta abdominal. |
| Chen H et al. 5
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974 cadáveres |
Dissecação de cadáveres |
Em 89,8% dos casos observou-se a trifurcação clássica do TC. Um tronco hepatoesplênico comum e um tronco gastro-hepático foram observados em 4,4%. Uma artéria hepática comum resultante da artéria mesentérica superior ou diretamente da aorta estava presente em 3,5%. Um tronco hepatoesplenomesentérico e um tronco celio-mesentérico foram encontrados em 0,7%. |
| Prakash et al. 19
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50 cadáveres |
Dissecação de cadáveres |
As artérias gástrica, hepática e esplênica surgiram do TC em 86% dos cadáveres. Em 76% a origem da artéria gástrica foi proximal à bifurcação do TC, na artéria hepática e esplênica comum. Em um caso, os três ramos surgiram diretamente da aorta abdominal. |
| Badagabettu SN et al. 4
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Única |
Dissecação cadavérica |
Ausência do TC. Artéria hepática comum, gástrica esquerda e esplênica com origem independente na aorta. Trifurcação da artéria hepática comum nas artérias hepática direita, hepática esquerda e gastroduodenal. |
| Petrella S et al. 18
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89 cadáveres |
Dissecação cadavérica |
Em 67,90% da amostra, a artéria gástrica esquerda foi verificada como o primeiro ramo do TC, a artéria esplênica em 7,41% e em 22,22% as três artérias formando o tripé de Haller. Observou-se como o último ramo do TC, a artéria hepática comum em 19,12%, o esplênico em 5,88%. Em 82,02% o TC emitiu as artérias gástrica, esplênica e hepática, além das três artérias, o TC emitiu uma artéria gastroduodenal em 6,74%. Foi observado o tronco gastrosplênico em 3,37%, o hepático comum como único ramo em 1,12% e em 1,12% a ausência do TC. |
| Silveira La et al. 22
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21 cadáveres |
Dissecação cadavérica |
Dos 21 cadáveres, 6 (28,57%) apresentaram variações anatômicas de, pelo menos, um dos ramos do TC, sendo elas, a ausência da artéria hepática própria, a artéria cólica média com origem no TC, a artéria gástrica esquerda tendo origem na aorta abdominal, a artéria hepática direita com origem na artéria mesentérica superior e dois troncos que surgiram da aorta abdominal, um gastroesplênico e outro hepatomesentérico. |
| Sehgal G et al. 21
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50 pacientes |
Tomografia computadorizada |
Uma variação no local de origem do TC foi observada em 55% dos casos. Em 45,83% o TC teve origem a partir da junção de T12-L1, em 29,17% originou-se em frente a vértebra T12, 22,92% em frente a vértebra L1 e na junção de T11-T12 2,08%. O comprimento variou entre 6 mm e 22mm, e as dimensões do tronco variou de 4 mm a 10 mm. |
| Sztika D et al. 25
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Única |
Dissecação cadavérica |
Verificou-se a existência de um TC incompleto, o tronco hepatoesplênico a partir do qual a artéria hepática comum e a artéria esplênica surgem. A artéria gástrica esquerda surge separadamente a 0,5 cm superolateralmente da origem do TC, diretamente da aorta abdominal. |
| Ugurel MS et al. 26
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100 pacientes |
Angiografia multidetectora |
Houve trifurcação no TC em 89% e bifurcação em 8% dos casos. O TC estava ausente em 1%, um tronco hepatoesplenomesentérico foi observado em 1% e um tronco esplenomasentérico estava presente em 1%. |
| Zagyapan R et al. 29
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152 pacientes |
Angiografia de subtração digital |
Houve trifurcação clássica do TC em 62,5% dos pacientes. A artéria hepática direita variante surgia da artéria mesentérica superior em 17,8%. A artéria hepática como ramo da artéria gástrica esquerda em 13,1%. A artéria hepática comum decorrente do ramo mesentérico superior foi observada em 6,6% dos pacientes. |